Apresentação

Banner vertical

A pandemia do coronavírus, vetor da Covid-19, não acabou e, embora o imaginário popular discorde, vivemos em um estado de contágio e acometimento da doença. O cenário descreve os impactos mais imediatos da proliferação, busca por formas de terapia e de vacinas, além de tratamentos para pacientes internos em hospitais com extremo cuidado científico e particular a cada caso. Os gráficos indicam a evolução da doença, dos casos confirmados, suspeitos e, infelizmente, de óbitos – e do lamento de tantas famílias brasileiras com as quais nos compadecemos e prestamos nossos sentimentos.

A pandemia não acabou, portanto, não devemos arrefecer. É preciso seguir a ciência – tanto agora, no curso da pandemia, quanto no porvir, no pós-pandemia. Muitas das pessoas que contraíram Covid-19 vão precisar de assistência – assim com o exemplo das doenças Zika e Chikungunya em que os estudos após o surto de contágio se mostraram – e confirmam – essenciais até hoje para compreensão das sequelas, entendimento mais apurado dos causadores dessas doenças, além de mecanismo para medicação, combate e demais ciclos de estudos para dirimir os efeitos sociais desses males.

Na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), embora as atividades acadêmicas tenham sido suspensas em março, as pesquisas não pararam. O Hospital Universitário Prof Alberto Antunes (HUPAA/UFAL/EBSERH) rapidamente montou ala Covid-19 com diferença de pressão com 14 leitos de UTI, oito leitos de pré-alta e 16 leitos de enfermaria para atender pacientes encaminhados ao HU pelo Complexo Regulador de Maceió (Cora) e pacientes atendidos pelos serviços de oncologia e de maternidade de alto complexidade.

A Ufal fez valer seu papel social com a produção saneantes, álcool 70%, álcool em gel 70%, hipoclorito de sódio – frutos de parcerias com doadores industriais, além da produção de máscara em tecido, protetores faciais – todos doados para instituições sociais na capital e no interior. Esse mérito ganhou força por meio de assinatura de termo de compromisso com o Ministério Público Federal (MPF), a própria Ufal e a Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) para arrecadar fundos a serem destinados à pesquisa e produção de saneantes para atender à população alagoana de todo o estado priorizando a vida de cada cidadão.

As atividades internas essenciais da Ufal continuam obedecendo a protocolos de segurança e trabalho remoto. As instituições não pararam. Todo o planejamento adotado trata da prevenção e preservação da integridade e saúde da comunidade universitária em seus segmentos discente, docente, técnico e terceirizado em respeito individual a cada um, mas principalmente, pensando nos familiares.

Não há descanso e nem fraquejo. A Ufal, o Ministério Público Federal (MPF) e a Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) não pararam. Mais uma vez reafirmamos o compromisso de combater o curso da pandemia e pós-pandemia e entre essas ações está a campanha Tô com a Ufal. A campanha reforça o indispensável chamado para acreditar na ciência, pensar na posteridade da pandemia, sobretudo, entendendo a vida como continuidade. Confira como doar e veja as ações das instituições.

Faça parte da rede do bem, sinta-se participante para gerar diferença. Continuamos fortes, embora o caminho seja difícil, todos os esforços são para vencer a pandemia e assim será com toda a potência que as instituições demonstram com acompanhamento da sociedade.